Amo-te muito
Esta música é do folclore mineiro. Era a preferida de JK. Não era “Peixe Vivo” e nem “É a Ti Flor do Céu” e sim Amo-te Muito.
30 quarta-feira set 2009
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Amo-te muito
Esta música é do folclore mineiro. Era a preferida de JK. Não era “Peixe Vivo” e nem “É a Ti Flor do Céu” e sim Amo-te Muito.
29 terça-feira set 2009
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29 terça-feira set 2009
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28 segunda-feira set 2009
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Arlindo dos 8 baixo, Dominguinhos, Luis Gonzaga, Mario Zan, Nordeste, O milagre de santa luzia, Patativa do Assaré, sanfoneiro
No filme “O Milagre de Santa Luzia” a gente fica conhecendo a gente. “O Brazil não conhece o Brasil”. Ele revela um país pouco conhecido pelo restante do Brasil.
O filme trata a cultura popular brasileira por meio da sanfona que une o Brasil de Norte a Sul, com os ritmos mais variados, do baião ao jazz. Quem faz a viagem, quem conduz é o grande Dominguinhos, um dos maiores sanfoneiros do país.
Inicia em Exu (PE), com o Dominguinhos tocando “Lamento Sertanejo”, dele e do Gilberto Gil. Depois o filme vai mostrar um Brasil diferenciado, onde cada região recria com base em suas tradições, identidade.
Dominguinhos faz conversas, despojadas e divertidas, e proseia com outros músicos, por exemplo, Mario Zan e Sivuca, falecidos em 2006. E ainda, Arlindo dos Oito Baixos, que conta como a sanfona o ajudou a lidar com a perda da visão e muitos outros. Tem também Patativa do Assaré e Luiz Gonzaga.
E o “som”? Menino, é arretado!. Maravilhoso! Esse filme vale a pena espiar. É bom demais da conta!
28 segunda-feira set 2009
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cultura, Dominguinhos, forró, Frank Sinatra, música, new york, O milagre de santa luzia, paraíba do forró, paraibano, Pinto do Acordeon, Texeira
Pinto do Acordeon é salvo por Frank Sinatra em forró, lá em Texeira… Puxa a faca.. só não pode é furar o fole!!! Pois bem, a história é a seguinte: o sanfoneiro e compositor paraibano, Pinto do Acordeon, cantou New York New York num forró sem saber inglês para salvar a própria pele.
25 sexta-feira set 2009
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No imaginário do mundo a África sempre foi estereotipada… E são várias as formas de juízo de valor sobre o continente africano. Para Joseph Conrad ela é uma região excluída do que chamamos de desenvolvimento capitalista. Terra arrasada pela peste, miséria e outros efeitos dos advindos da exploração colonial… Um povo pobre cuja sobrevivência dependeria de campanhas humanitárias.
As imagens que constituem nosso imaginário sobre os países africanos são formadas por estereótipos reproduzidos intensamente desde o período colonial. Filmes como Tarzan, Os deuses devem estar loucos ou As minas do rei Salomão apresentam o continente como selvagem, atrasado e sem história. A maior parte desses filmes.
No caso brasileiro, apesar de toda a imensa herança que, como elemento formador – e a partir do legado cruel da escravidão -, nos deixou, ela continua sendo um grande enigma. É precisamente esse enigma que a série Nova África, em exibição a partir do próximo dia 25, todas as sextas-feiras, às 22hs, na TV Brasil, tenta desvelar.
Quem dirige é o jornalista e blogueiro Luiz Carlos Azenha e por Henry Daniel Ajl, a série se propõe a empreender uma “jornada de descoberta”, inédita na TV brasileira, pelo continente africano, revelando-o em sua diversidade, para além dos tais estereótipos imperialistas, com uma atenção especial a seus povos e culturas e à capilaridade de suas relações com o Brasil.
ATENÇÃO: nenhuma TV comercial ousaria produzir uma série com tamanha qualidade, que se estendesse por tanto tempo e sobre um assunto sem apelo comercial para os grandes anunciantes… Em tempo, a série da TV Brasil mostra a essência da coisa; nos faz enxergar uma melhor compreensão não apenas da África e dos africanos, mas, através dela, do que somos nós: é a TV pública brasileira dizendo a que veio.
25 sexta-feira set 2009
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Alma Cabloca
Em homenagem aos 40 anos da morte do alagoano Hekel Tavares, a cantora Ana Salvagni mostra seu repertório, de forte identificação com o homem do sertão. Vale a pena ouvir.
Exceto por alguns poucos temas como Guacyra (1930), Sussuarana (1927), Leilão (1930) e Você (1928 – mais conhecido como Penas do Tiê), volta e meia regravados por intérpretes como Maria Bethânia, a obra do compositor alagoano Hekel Tavares (1896 – 1969) é totalmente desconhecida pelos brasileiros. Trazer à tona esse cancioneiro de tom ruralista é um dos méritos do impecável terceiro CD de Ana Salvagni, Alma Cabocla, inteiramente dedicado ao repertório de Hekel, criado com parceiros como Joracy Camargo (1898 – 1973) e Luiz Peixoto (1889 – 1973). Com seu fraseado límpído, a cantora – que, após integrar o Trio Bem Temperado, lançou dois discos individuais, Ana Salvagni (1999) e Avarandado (2005) – realça com maestria a alma da obra do autor de Biá Tá Tá (1934), o saboroso côco que abre o disco. O acordeom de Toninho Ferraguti dá à faixa um clima forrozeiro que se repete em Engenho Novo (1929).
Embora tenha vivido a maior parte de sua vida no Rio de Janeiro, Hekel Tavares traduziu na sua música o modo vivendis do caboclo, do homem do interior. E é essa alma sertanista que brota sublime em faixas como Lavandeirinha (1930) – faixa cantada por Salvagni em dueto com Renato Braz que soa como uma oração – e Casa de Caboclo (1928). Braz bisa sua participação em Moleque Namorador (1927), tema mais malicioso entoado somente na companhia do piano arranjado pelo maestro Paulo Braga. Aliás, a cantora aborda as toadas, canções e côcos de Hekel cercada de virtuoses. Sussuarana, por exemplo, é embalada pelo violão de 7 cordas arranjado por Swami Jr. enquanto a viola de Paulo Freire e clarinete de Nailor Proveta dão o tom vivaz de Eu Vi… (de 1927).
Sem evitar os poucos clássicos do compositor (todos estão no CD e a intérpretação de Guacyra com Salvagni é pungente), a intérprete tira do baú jóias valiosas como Dedo Mindinho, toada de 1940. Detalhe: a composição mais nova do CD é Caboclo Bom, de 1942. E o que impressiona é a alta qualidade melódica das músicas. A melancólica Favela (1930) – faixa solada pelo cantor Filó Machado na sua primeira parte – é um dos exemplos de músicas que poderiam ocupar lugar mais destacado na memória brasileira. Ao findar com um lindo Acalanto (1930), o CD Alma Cabocla cumpre exemplarmente seu objetivo principal de jogar merecida luz sobre a obra – tristonha e poética – de Hekel Tavares
Do blog Notas Musicais – Mauro Ferreira
25 sexta-feira set 2009
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Foi em 1913, no rio Mississipi – cenário de histórias de Mark Twain e Herman Melville, e também de músicas de Johnny Cash e Led Zeppelin, além da inesquecível Moon River – que o Benjamim Guimarães fez suas primeiras viagens. Tido como a mais antiga embarcação a vapor do mundo em funcionamento, em 1922 foi parar no meio da floresta amazônica. De lá, despontou no São Francisco, cenário do amor de Riobaldo e Diadorim, em Grande Sertão: Veredas.
Como se não bastasse, em meio à Segunda Guerra, lá estava a gaiola levando tropas do sertão para o mar. Mas logo retomou a vida civil, e assim seguiu por décadas, varando léguas com seu andar lento. Nos tempos áureos da navegação no São Francisco, 30 outros vapores como ele cumpriam a rota até Juazeiro, na Bahia. Outros tempos, novas tecnologias, e os vapores foram ficando para trás.
Em 1985, a caldeira pifou. Por anos, o Benjamim aguardou um novo destino, talvez seguindo a sina de se perder em ruínas ou receber um motor a diesel. Até que, 20 anos depois, ele pôde
retomar seu curso, deslizando pelo São Francisco com uma nova caldeira e sua velha roda d’água. É aí que começa essa viagem.
Da revisa ” Brasil, Almanaque de Cultura Popular”.
24 quinta-feira set 2009
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filme, josé renato.documentário, regiao semi-desértica, sertão, viajo porque preciso, volto porque te amo




FILME
Dois amigos que uniram a vontade de filmar o sertão e, em uma viagem pela região em 1999, começaram um projeto experimental – Viajo Porque Preciso, Volto Porque Te Amo…
“A história de José Renato, geólogo, 35 anos, enviado para realizar uma pesquisa de campo durante a qual terá que atravessar todo o Sertão, região semi-desértica, isolada, situada no Nordeste do Brasil. O objetivo de sua pesquisa é avaliar o possível percurso de um canal que será construído a partir do desvio das águas do único rio caudaloso da região. No decorrer da viagem, nos damos conta que há algo de comum entre José Renato e os lugares por onde ele passa: o vazio, uma certa sensação de abandono, de isolamento. O desolamento da paisagem parece ecoar em José Renato e a viagem vai ficando cada vez mais difícil. “
21 segunda-feira set 2009
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Bajado, le monde, Olinda, pernambucano, pintura primitiva, recife



Maior pintor primitivista do Brasil. Pernambucano, Bajado iniciou pintando cartazes para cinemas e letreiros para lojas e açouges. Em 1960, começou a dedicar-se à pintura de telas com tinta esmalte. A arte ingênua de Bajado tornou-se conhecida internacionalmente. O artista chegou a ser considerado pelo jornal francês Le Monde como um dos maiores pintores primitivista do mundo. Faleceu em 1996, aos 84 anos de idade. Embora reconhecido internacionalmente, morreu pobre e sem recursos para financiar os tratamentos de saúde que necessitava.
19 sábado set 2009
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cego aderaldo, literatura de cordel, orlando tejo, pinto do monteiro, poeta do absurdo, romano texeira, Zé Limeira
Metade do mundo ouviu falar em Zé Limeira, o poeta do absurdo. Talvez ele e o Cego Aderaldo sejam os personagens mais conhecidos do público em geral, dessa turma para quem os nomes de Pinto do Monteiro ou Romano do Teixeira nada dizem.
Algumas do Zé Limeira
“Eu me chamo Zé Limeira
De Lima, limão, limança.
A estrada de São Bento Bezerro de vaca mansa
Valha-me Nossa Senhora
Tão bombardeando a França!”
*******************
“Eu só gosto dessa moça
Porque tem vegetação
Porteira de pau a pique
Três pneus de caminhão
Peido de jumenta ruça
E haja chuva no sertão.”
*******************
“Foi quando Tomé de Souza
Desembarcou na Bahia
Logo no primeiro dia
Passou o pau na esposa
Ligeiro que nem raposa
Comeu na frente e atrás
Depois, na beira do cais
Por onde os navio trafega
Comeu o Padre Nóbrega
Que os anos não trazem mais.”
********************
“Quando Jesus veio ao mundo
Foi só pra fazê justiça:
Com treze ano de idade
Discutiu com a doutoriça,
trinta ano depois,
Sentou praça na puliça.”
***********************
15 terça-feira set 2009
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baião, Elvis Presley, forró, Gonzagão, Luis Gonzaga, Nordeste, Raul Seixas, rock, xaxado., xote
Raul Seixas fala de Elvis Presley e o Rei do Baião, Gonzagão.
14 segunda-feira set 2009
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Documentário “Nordeste: Cordel, Repente e Canção. A produção é de Tânia Quaresma, datado em 1975, que mostra uma apresentação dos repentistas Caju & Castanha ainda crianças.Parte do
14 segunda-feira set 2009
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Documentário “Nordeste: Cordel, Repente e Canção de Tânia Quaresma, produzido em 1975, que mostra um vendedor de cordel cantando um trecho do clássico Romance do Pavão Misterioso. Maravilha!!!
14 segunda-feira set 2009
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: Araripe Jr., baião, forró, José Ramos Tinhorão, Luís Guimarães Jr., música popular brasileira, Oliveira Paiva
FORRÓ — substantivo masculino (Nordeste, popular) – 1. Baile popular, festa dançante: “O forró aqui em casa foi animado, dancei a noite toda; estou com os pés que não agüento.” 2. Local público ou privado onde ocorrem tais festas: “O forró da Tia Chica era ali no fim da rua, demoliram pra construir um posto de gasolina.” 3. Designação dos diversos tipos de música que tiveram origem nesses bailes: “Tem gente aí chamando balada de forró só porque botaram lá pelo meio uma sanfona!.” [De “forrobodó”, festa, confusão (?), ou do inglês “for all”, “para todos” (?)]
Definir essas coisas é sempre meio arriscado, e a tentativa acima vale apenas como sugestão. Vejo que o Dicionário Houaiss, por exemplo, registra os sentidos 1 e 3 mas não o 2, o de forró como a casa onde a festança acontece.
Definir o sentido 3, ou seja, a variedade de músicas a que se pode chamar de forró com unanimidade, é mais complicado, mas pode dar uma bela duma pesquisa. Poderíamos entrevistar compositores, musicólogos, historiadores da música, músicos eruditos, músicos de baile, músicos iletrados, e pedir-lhes que descrevessem os gêneros de música nordestina (baião, arrasta-pé, xamego, rojão, etc.) de acordo com uma série de critérios que prepararíamos: andamento, compasso, perfil melódico, número e ordem de partes, estruturas harmônicas mais típicas, instrumentação, temática nas letras… Cinquenta descrições de “xote” depois, o formato da nuvem já estaria sendo visto com muito mais nitidez.
Quanto à acepção 1, palavras como “baião”, “pagode”, “samba” já foram intercambiáveis e se referiam a qualquer festa popular (festa de rico fica de fora) envolvendo, em proporções variadas, a execução de música instrumental, o canto individual ou coletivo, a dança, o consumo de bebida e muitas vezes de uma refeição coletiva, a confraternização entre amigos, e o propósito de se divertir, não de ganhar dinheiro.
Em A Música Popular no Romance Brasileiro, José Ramos Tinhorão mostra a palavra “pagode”, com este sentido, surgindo em A família Agulha de Luís Guimarães Jr. (1900). Comentando o livro Luizinha de Araripe Jr. (1878), Tinhorão diz: “Curiosamente, essas mesmas cenas ocorriam pela mesma época na área rural do Nordeste, geralmente também por ocasião das festas de noivado e casamento – envolvendo coreografia semelhante às descritas por Galpi, mas não sob o nome de xiba ou fandango, e sim de baião ou baiano, dançado em rodas de terreiro denominadas genericamente de sambas.” Vejam só que salada.
Ao comentar o romance Dona Guidinha do Poço de Oliveira Paiva (escrito em 1891), Tinhorão explica que o baião ali não passa de uma espécie de “samba sertanejo” (e dando como exemplo de verso uma perfeita sextilha de cantadores, em ABCBDB), ele diz ser ele “uma seqüência de diferentes toques e cantorias… comandado pela cadência fundamental dos toques da viola e batidas particulares do baião ou rojão.” Está aí uma ponta de fio numa bela meada.
Artigo de Bráulio Tavares em sua coluna diária no “Jornal da Paraíba” (Campina Grande-PB) 24 de março de 2003. O artigo pode ser lido em: http://jornaldaparaiba.globo.com/col_brau.php
13 domingo set 2009
Posted in Outras coisas boas...

Recordar e esquecer
...porque el olvido
es una de las formas de la memoria
su vago sótano
su otra cara secreta…
Jorge Luis Borges
… porque o esquecimento
é uma das formas da memória
seu vago porão
sua outra cara secreta…
Jorge Luis Borges
12 sábado set 2009
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amapá, camadas populares, caribenha, Cuba, cumbia, fusões musicais, Maranhão, mestre curijó, mestre vieira, musica caribenha, musica do norte, musicalidade do pará, pará, Pinduca, porto rico, salsa
Esse é o ritmo que também teria que fazer sucesso internacional, como a Cumbia da Colombia, o merengue da Republica Dominicana, a salsa de Cuba, porto Rico, etc…, e o samba do Brasil…
A musicalidade caribenha tem tido uma influência marcante na formação de grande parte dos gêneros musicais surgidos em estados como Pará, Maranhão e Amapá. Falando no caso de Belém, a música caribenha se entranha no seio das camadas populares já a partir das décadas de 30 e 40. Nos anos 60 e 70 já se observa o resultado disso dentro das inovações e fusões musicais feitas por compositores como Mestre Vieira, Pinduca, Mestre Cupijó. Leia mais sobre essa musicalidade do Norte e as influências da musicalidade caribenha
12 sábado set 2009
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Ariano Suassuna, cheiro do povo, Claudionor Germano, frevo, luiz gonzaga, Maestro Ademir Araújo, maestro Formiga, Orquestra Popular do Recife, projetociranda, Roger, som na rural
Cadê Roger? Cadê Roger? Tá na Rural fazendo o barato do som…
Fundada em 1975 – Idealizada por Ariano Suassuna, a OPR desenvolve trabalho de divulgação da música brasileira tendo realizado apresentações nas mais diversas comunidades do Recife; na época de efervescência do Movimento Armorial, a Orquestra Popular se destacou em várias apresentações acompanhado o Balé Popular do Recife, além de atividades com o grupo Romançal; Em 1977 o Maestro Ademir Araujo assume a Direção Musical da Orquestra. Leia Mais
12 sábado set 2009
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Baixinho do Pandeiro, Benedito do rojão, borborema, Campina Grande, coco, forró, Jackson do Pandeiro, luiz gonzaga, rojão, som na rural
Reparem o Baixinho do Pandeiro fazendo capiloçada

Quem escuta gente do nipe de Benedito do Rojão, sente que a cena musical nordestina não é apenas formada pelos grandes nomes como Luiz Gonzaga, Jackson do Pandeiro, Dominguinhos e tantos outros. (confira no vídeo e observe o Baixinho do Pandeiro botando prá quebrar)
João Benedito Marques nasceu em 1938 no Sítio Juá, em Catolé de Boa Vista, antigo distrito de Campina Grande. É contemporâneo de Jackson do Pandeiro, com quem chegou a compor duas músicas em parceria. Trabalhou na Rádio Borborema e em 1966 apresentou-se no primeiro programa transmitido pelo Canal 9, Televisão Borborema. Gravou o primeiro disco com xote, cocos de roda, rojões e baião em 2003. Com a divulgação desse disco, Benedito foi homenageado no 16º FORROFEST, realizado no ano de 2004, recebendo o Troféu Asa Branca.
Classificou uma música em 2º lugar no 17º FORROFEST, no ano de 2005. Seu segundo disco, intitulado “Dançando em Campina” traz músicas inéditas dele e de outros compositores campinenses, tais como Luiz Amorim, Antônio Sobrinho e Sebastião Marques. Recebeu o Título de Mestres das Artes.
12 sábado set 2009
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baião, Baixinho da cultura, Baixinho do Pandeiro, Biliu de Campina, Campina Grande, coco, Elba Ramalho, Jackson do Pandeiro, Marinês, ponto de cultura, tocador de pandeiro, tv Brasil, xaxado.

José Pedro Fernandes, tocador de pandeiro (Remigio, 19 de março de 1945)
O ex-pipoqueiro Baixinho do Pandeiro é um autodidata. Aprendeu a tocar seu instrumento só. Natural de Remigio, vive há 40 anos em Campina Grande, onde por muitos anos conciliou o pandeiro com sua famosa pipoqueira. Por exigência dos clientes, tocava o pandeiro esquecendo muitas vezes a pipoca no fogo.
Depois que o seu talento com o pandeiro foi descoberto, tocou para músicos consagrados, como Biliu de Campina, Elba Ramalho e Marines. Foi indicado ao título de Mestre das Artes por proposição do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico da Paraíba (IPHAEP). Hoje ele toca com Biliu de Campina. Quem vai à Campina, Forró da Lua e do Pote (Natal) já escutou o pandeiro de Baixinho.
O curta é resultado do Projeto ‘Ponto de Cultura” do MINC, implantado de 2003 prá cá e disponibilidado pela “nossa” TV BRASIL.