Um cafezinho é bom demais da conta. O sabor amargo, equilibrado com uma colherzinha de açúcar mascavo faz o sabor chegar ao ponto. Às vezes me ocorre de tomá-lo sem açúcar.
Acho que o danado do cafezinho viciou-me. E depois me causa eletricidade; melhora a produtividade… O sorriso fica rasgado que, na dose certinha, me consegue induzir. Tomo café, sempre ao acordar, a ler, a tocar violão, a ver televisão, escrever, estudar, a falar com amigos – numa livraria pertinho de minha casa –, a tentar decidir o que fazer; depois que saio de uma reunião… Só fico meio receoso de tomá-lo depois das 20h… pois fico um pouco elétrico e perco horas de sono… Pois bem, gosto dele forte ou fraco, expresso ou instantâneo, frio e quente, com limão, chocolate, rapadura ou acompanhado de uma bolachinha.