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negro

Do poeta Ademario

Um povo que ama
Primeiro trabalha
E só carrega cangalha de tristeza e partida
quando uma rima atrevida
Faz da batida
A sinfonia da vida
O negro que canta é o mesmo que ama
Samba, rumba e maracatu
Blue, Jazz e Chorinho
Na América de norte ao Sul
E hoje que a liberdade é quase
O som negro é um quasar
Chorando de mansinho
Com carinho e emoção!

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