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Nunca, antes na história deste país, tivemos um presidente da República que não pertencesse à classe dominante… Na verdade, temos um presidente que não concede benefícios pontuais e sim assegura a instituição de direitos com os quais se institui uma democracia, conseqüentemente.

Num país em que o corte de classe sempre definiu os governos, isto é, em que as políticas voltadas para os direitos sociais, políticos e culturais de todos os cidadãos nunca foram desenvolvidas ou, quando o foram, nunca foram prioritárias, em que as carências da maioria da sociedade sempre foram ignoradas em nome dos privilégios da minoria, as ações deste governo instituem práticas de inclusão sem precedentes na história do Brasil e, em grande parte, são responsáveis pela avaliação positiva do governo.

No entanto, grupos do andar de cima preocupados com o status quo nacional, enraizado na oposição  estão desesperados. Outro dia o Caetano explodiu em despautérios tristonhos, e chamou Lula de analfabeto e cafajeste.

“É a opinião de quem fala de seu quintal bem situado, e esculhamba com o presidente que alterou a escala da prosperidade brasileira. Trouxe a população de um país como a  Colômbia para economia de mercado e se vê reconhecido por todos os grupos e segmentos da nova mobilidade nacional. A grosseria nada tem a ver com sentimentos de classe média, que hoje já responde por 56% da nossa população.” (Murilo Mendes)

A população que apóia Lula tem na cachola novas e legitimas razões de apoio ao governo que eliminou o que a oposição quiser dizer no palanque contra analfabetos, preguiçosos (frase do Caetano Veloso), pessoas que pertencem ao mais baixo escalão do trabalho (frase do Boris Casoy)

Um dos pontos mais caros à mídia, que serve como tranpolim nos ataques dirigidos ao presidente, é exatamente sua condição de classe: um operário sem diploma universitário, que não fala várias línguas, que comete gafes em situações de etiqueta e cerimonial etc. Um representante do povo dos mais variados Brasis; país que ao longo de sua história cresceu desigual, concentrando riqueza e excluindo a maioria.

 

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