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Fonte: do blog botequim do Bruno

Mesmo sem beber um trago.

 Sinto que estou delirando

Tal qual cisne vagando

Na superfície de um lago

Se não recebo um fago

Vai embora a alegria

A minha monotonia

Não há no mundo quem cante

Sou poeta delirante

Vivo a beber poesia!

(Job Patriota, poeta repentista)

 

 

 
 
 

 

 

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