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Não é o governo atual o culpado pela tragédia, mas àqueles que tiveram a frente do país, do Estado, do município . Onde estiveram os geográfos, engenheiros, institutos e órgãos de planejamento?

Do blog Metsul

A semana que passou foi marcada pelo desastre de proporções impressionantes na Zona da Mata de Pernambuco e Alagoas, tragédia que, infelizmente, se repete. Exatamente. Não foi a primeira vez que cidades às margens dos rios Mundaú, Canhoto e Paraíba acabaram arrasadas pela força das águas. Em 14 de março de 1969, a pequena cidade alagoana de São José da Lage foi destruída por uma enchente relâmpago do rio Canhoto. O noticiário relatou à época mais de mil mortos. Foram centenas de pessoas arrastadas e afogadas.

 
 
 

Fonte: blog Metsul

 

Casas e prédios vieram abaixo, como agora se vê em várias cidades alagoanas e pernambucanas. “Onda gigante no Sertão” se disse em 1969 como agora se fala em tsunami.

Fonte: blog Metsul

A própria São José da Lage foi atingida, mesmo que em menor proporção que há 41 anos, já que muita gente, traumatizada pela catástrofe de 1969, decidiu morar longe do rio. A tragédia não foi a primeira e não será a última. Se após o episódio de 41 anos atrás tivessem sido adotadas medidas de contenção de cheias ou prevenção como retirada de moradores de áreas ribeirinhas, as conseqüências da chuva teriam sido menores, afinal inundações são recorrentes na zona com precedentes de eventos de natureza catastrófica. O desastre no Nordeste de agora (clique sobre as fotos abaixo para ampliar) é mais um no Brasil em que há a mão negligente de governantes do presente e do passado.

 
 
 

Fonte: blog Metsul

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Fonte: blog Metsul

Fonte: blog MetsulFonte: blog Metsul

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